Quem visita o Museu da Língua Portuguesa durante os finais de semana e feriados tem a oportunidade de mergulhar na história do importante prédio da Estação da Luz..
As visitas monitoradas têm em média 50 minutos de duração e percorrem pontos históricos e arquitetônicos da Estação, contando um pouco da história do prédio, da ferrovia Santos-Jundiaí e de seu impacto para a economia e sociedade brasileiras, principalmente no final do Século XIX e na primeira metade do Século XX.
Todos os sábados, domingos e feriados são oferecidas duas visitas gratuitas, às 12h e 14h, partindo da entrada de visitantes do Museu.
Agência Artforum Inovatus Brasil Internacional Divulgando arte, cultura e projetos culturais
Coordenação: Ana Felix Garjan GRUPOS ARTFORUM BRASIL XXI
O livro "Cristal de Talentos" foi lançado hoje, na Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura.
Foto da Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campo de Poesia e literatura, onde as artes dos tempos se encontram...
A história e o tempo são testemunhas da arte e cultura de um povo.
Foto do site da Casa das Rosas
Na Casa das Rosas há o encontro das artes, da literatura e do tempo.
Casa das Rosas Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av. Paulista, 37 - Bela Vista CEP.: 01311-902 - São Paulo - Brasil (11) 3285.6986 / 3288.9447 contato.cr@poiesis.org.br
Texto do site da Casa das Rosas sobre a instituição:
"A Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura é um Centro Cultural localizado na Avenida Paulista 37, em um dos últimos casarões da avenida mais movimentada do país. A atmosfera onírica da antiga construção e seu jardim, em contraste com a moderna estrutura urbana, traduz o que a Casa das Rosas representa: um refúgio onde toda a expressão poética encontra seu espaço. Um território onde a liberdade artística se materializa, por meio de saraus, recitais, lançamentos de livros, peças de teatro, exposições e qualquer outro formato que privilegie a difusão da poesia e da arte em geral.
A poesia encontra na Casa das Rosas um espaço completamente democrático, onde se pretende desfazer preconceitos e qualquer paradigma negativo sobre a arte poética. É também o primeiro espaço público do país destinado à poesia, sendo batizado como Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, em homenagem ao poeta paulistano, falecido em 2003.
ARQUITETURA
Projetada pelo arquiteto Ramos de Azevedo, em 1928, a casa mistura métodos construtivos de diferentes épocas, o chamado “estilo eclético”, com influência também da Art Déco. Construída numa área de 5.500 metros quadrados, a casa possui 30 cômodos no estilo arquitetônico francês. A Casa das Rosas agrega elementos da Renascença e do estilo Luis XV, que retomou os padrões e o rigor da arquitetura greco-romana, o que se convencionou chamar de neoclassicismo. O interior da Casa é ainda mais eclético, pois combina elementos decorativos ingleses, principalmente nas aplicações de gesso nos estilos Adam, Hepplewhite, Shareton e Chippendale em seus 30 cômodos, claramente divididos em área social, íntima e de serviço. A Casa das Rosas foi declarada patrimônio público pelo Condenphaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo), sendo tombada em 1985.
Francisco de Paula Ramos de Azevedo (São Paulo, SP - 1851-1929) foi o mais importante arquiteto do período áureo da economia cafeeira em São Paulo. Suas dezenas de projetos de edifícios públicos e residências contribuíram para redefinir a cidade como metrópole de vocação cosmopolita. A Casa das Rosas foi projetada e construída por seu escritório entre 1928 e 1935, para sua filha Lúcia Ramos de Azevedo, que residiu na casa com o marido, o engenheiro Ernesto Dias de Castro".
Nós, dos Grupos Artforum Brasil XXI temos grande honra em termos realizado três importantes eventos na Casa das Rosas, sendo que no primeiro, em 31 de julho de 2009 foram apresentados três saraus poéticos intitulados:
* “Poeme-se no Mundo pela Paz", através de poetas convidados que leram e interpretaram seus poemas sobre o tema Paz. No segundo momento houve o *III Lançamento do livro "Lisboa in Versos", de Luiza Caetano, poeta e pintora de Portugal. Nesse momento aconteceu a leitura de alguns poemas do seu livro e *Fados e Canções, através da cantora especialmente convidada, a fadista Conceição de Freitas, que interpretou belos fados portugueses acompanhada de guitarristas de alta categoria musical, da cantora convidada especial, a brasileira Silvilí, que interpretou diversas e belas canções da MPB.
O segundo evento promovido pela Artforum Brasil XXI - Unifuturo foi "I CANTATA NATALINA ARTFORUM BRASIL 2009" para homenagear o centenário do maestro Arthur Bosmans, de Belo Horizonte, com a presença do poeta Arthur Jaak Wilfrid Bosmans, seu filho. Nesse momento houve a apresentação de vídeos de alguns de seus concertos, bem como síntese de sua vida dedicada à música erudita brasileira.
Nesse evento aconteceu a entrega de Diplomas de Honra ao Mérito a personalidades das artes e da literatura de São Paulo, Rio, Parati, Belo Horizonte, Curitiba, Santa Catarina, São Luís e Campo Grande. E no terceiro momento houve a apresentação das cantoras convidadas Edria Barbiere e Biah Calif, que interpretam canções francesas em homenagem à cantora francesa Piaf.
O terceiro evento cultural organizado pelos Grupos Artforum Brasil XXI, que está acontecendo hoje, nesse momento, é o III lançamento do livro "Cristal de Talentos", idealizado pela artista plástica, acadêmica e comendadora, Sra. Adaljiza Marta Machado Cuan, cujo livro foi lançado na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, com festa comemorativa no dia 14 de agosto. No dia 15 de agosto houve o lançamento festivo do livro Cristal de Talentos, na Casa da Fazenda do Morumbi - sede da ABHAC - Academia Brasileira de História, Artes e Cultura, com a exposição de quadros dos artistas participantes do livro Cristal de Talentos, com a presença da idealizadora Adaljiza Cuan e os co-autores do livro, que são artistas plásticos e poetas.
Os três evnetos eventos culturais foram assinados por Ana Felix Garjan diretora cultural dos Grupos Artforum Brasil XXI - UNIFUTURO e Maison D'Art Garjan, queplaneta, dirige e coordena o Núcleo Artforum Brasil - São Paulo, que foi organizado em junho de 2009, com a presença da Sra. Helena Jorge, poeta e diretora de Marketing, do Sr. Paulo Renault, empresário e diretora de marketing e da Sra Sônia Maria Batista, poeta, assessora de marketing e representante - divulgadora dos Grupos Artforum Brasil in São Paulo. Na data de hoje, 1 de setembro de 2010, estã sendo nomeadas para o grupo de coordenação do Núcleo Artforum Brasil XXI - São Paulo,as Sras: Adaljiza Marta Machado Cuan e Liela Mauro, ambas artistas plásticas e acadêmicas da ABLA - Academia de Letras e Artes de Boituva - São Paulo.
Medalha Anita Garibaldi concedida a personalidades culturais
A “Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo – FALASP”,
Concedeu, a diversas personalidades do mundo cultural, as insígnias da Medalha “Mérito do Cultural Anita Garibaldi” (Símbolo de Bravura e Heroína dos Dois Mundos), Láurea Oficial da Associação Cultural “Arte das Águas”, Cadastrada no Almanaque de Condecorações do Exército Brasileiro e Registrada nos termos dos artigos de seus Estatutos Sociais, pelos Relevantes Serviços Prestados a Coletividade como reconhecimento aos seus dotes morais, cívicos, sociais e culturais.
FALASP Federação de Letras e Artes do Estado de São Paulo
A Cerimônia foi realizada no 15 de agosto de 2010, às 19:30 horas, na ABACH – Academia Brasileira de Artes, Ciências e História, no Pólo Cultural Casa da Fazenda do Morumbi, durante o lançamento do livro de artes “Cristal de Talentos”, antologia organizada pela artista plástica Adaljiza Cuan, representante municipal da FALASP para Boituva, acadêmica da AILA e ABLA.
Imagem da Medalha Anita Garibaldi
Sobre a presidência da FALASP Presidente: H.E. Count Thiago de Menezes ( Count of The Holy Roman Empire ) His Excellency Count Don Thiago de Menezes, Graf von Galembeck, Knight of Honour of The Imperial Teutonic Order Sites do Presidente da FALASP www.falasp.com.br www.falasp.blogspot.com www.falasp.blogger.com.br
For God, The Holy Reich and The Fatherland! Helfen, Wehren, Heilen" ("Help, Defend, Heal") Teutonic Order of St Mary's Hospital in Jerusalem.
O Ilustríssimo Senhor Presidente da FALASP, Conde Thiago de Menezes concedeu a Medalha Anita Garibaldi, a personalidades indicadas em diversas áreas e segmentos das artes e literatura. Os indicados pela Sra. Acadêmica Adaljiza Cuan, foram representantes das artes, letras e cultura humanista relacionados com os Grupos Artforum Brasil Unifuturo / Universidade Planetária do Futuro, que receberam as insígnias da Medalha do Cultural Anita Garibaldi, na noite do dia 14 de agosto de 2010, na sede da ABACH, em São Paulo.
A seguir, as personalidades culturais indicadas:
Sr. Arthur Jaak Wilfrid Bosmans, de Belo Horizonte - MG Vice - presidente da Universidade Planetária do Futuro
Na foto, o poeta Jaak Bosmans.
Diploma da Medalha do Cultural Anita Garibaldi concedido ao poeta Arthur Jaak Wilfrid Bosmas.
Quem é Jaak Bosmans
-Embaixador da Paz pelo “Cercle Universel des Ambassadeurs de La Paix” Genebra – SUISSA / Orange – FRANÇA-nº1019
Livro de Arte Cristal de Talentos será lançado hoje na Casa da Fazenda Morumbi - SP.
Os Grupos Artforum Brasil Unifuturo - 10 anos divulgam notícias especiais sobre Cultura, História, Arte, Poesia, Literatura, Exposições de Arte e Futuro.
Capa do livro
Capa do Livro de Arte "Cristal de Talentos", idealizado pela artista plástica e acadêmica Adaljiza Marta Machado Cuan e realizado pela Guarshop Produções. Este livro contou com o apoio de organizações culturais importantes.
Hoje, dia 15 de agosto de 2010, logo mais às 17:30 horas acontecerá a noite de lançamento festivo do livro de arte "Cristal de Talentos", que foi lançado ontem, na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo - Brasil
Acontecerá momento especial promovido pela FALASP
A “Federação das Academias de Letras e Artes do Estado de São Paulo – FALASP”
Concederá, a diversas personalidades do mundo cultural, as insígnias da Medalha “Mérito do Cultural Anita Garibaldi” (Símbolo de Bravura e Heroína dos Dois Mundos), Láurea Oficial da Associação Cultural “Arte das Águas”, Cadastrada no Almanaque de Condecorações do Exército Brasileiro e Registrada nos termos dos artigos de seus Estatutos Sociais, pelos Relevantes Serviços Prestados a Coletividade como reconhecimento aos seus dotes morais, cívicos, sociais e culturais.
Essa cerimônia será realizada hoje, dia 15 de agosto de 2010, às 19:30 horas, na ABACH – Academia Brasileira de Artes, Ciências e História, no Pólo Cultural Casa da Fazenda do Morumbi, durante o lançamento do livro de artes “Cristal de Talentos”, antologia organizada pela artista plástica Adaljiza Cuan, representante municipal da FALASP para Boituva, acadêmica da AILA e ABLA. (Obs: Cunhagem RANDAL Rio !)
A Exposição de arte dos artistas plásticos e poetas participantes do livro de arte CRISTAL DE TALENTOS será inaugurada hoje, e ficará aberta ao grande público de 16 a 30 de agosto, na Casa da Fazenda Morumbi - São Paulo.
A exposição tem como curadora a Artista plástica e Comendadora Jiselda Oliveira,"Gigi".
Direção da ABACH, Prof. Michel Chelala, comendador
Presidência da FALASP, Conde Thiago de Menezes.
Sobre a presidência da FALASP
Presidente: H.E. Count Thiago de Menezes ( Count of The Holy Roman Empire )
His Excellency Count Don Thiago de Menezes, Graf von Galembeck, Knight of Honour of The Imperial Teutonic Order
21ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO 2010
Visite o Universo da Literatura Internacional 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Serviço: O ingresso, custa R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia para estudantes e maiores de 65 anos com comprovação. Menos de 12 anos não pagam ingresso. Estacionamento para carro – R$ 25,00 e moto R$ 15,00 entrada pelo portão 38. Informações sobre voos (aeroportos) e terrestres (rodoviária), hotéis, translados e alimentação veja o site da Bienal ou sites especializados.
Transporte Gratuito para o Pavilhão de Exposições do Anhembi:
Utilize na estação Tietê do Metrô (Linha Norte-Sul), Terminal Rodoviário, ônibus circular com ida e volta ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, funcionando das 9h às 23h. Os ônibus estarão na saída da Estação-Shopping.
Vá de Metrô Metrô até a estação Sé, troque para a linha norte-sul, metrô sentido Tucuruvi, desça na estação Tietê.
Trajeto Aeroporto - Pavilhão de Exposições do Anhembi Aeroporto de Congonhas
De táxi especial - aproximadamente R$ 60,00 até o Parque Anhembi. De táxi comum - aproximadamente R$ 45,00 até o Parque Anhembi.
De ônibus - pegar o ônibus executivo na avenida Washington Luiz ao lado da passarela para o Terminal Rodoviário do Tiête.
Aeroporto de Cumbica - Guarulhos De táxi - aproximadamente R$ 90,00 até o Parque Anhembi. De ônibus - a cada 45 minutos para o Terminal Rodoviário do Tietê.
Antologia Delicatta V comemora seu sucesso na 21ª Bienal do Livro de São Paulo.
Hoje, dia 14 de agosto de 2010, foi lançada a Antologia Delicatta V, no Itaú Cultural, em São Paulo, às 19 horas. O livro tem o título "Cronistas, Contistas e Poetas Contemporâneos".
Amanhã, dia 15 de agosto, a Antologia Delicatta V, "Cronistas, Contistas e Poetas será lançada na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Parabéns aos autores das Antologias, e da atual Antologia Delicata V.
Capa da Antologia Delicatta V - Série Safira
A Antologia Delicatta é um projeto literário coordenada pela Senhora Luiza Moreira, Presidente da Associação Cultural Professora "Cecina Moreira", que tem contribuido com a literatura brasileira, através do Projeto Antologia Delicatta.
Parabéns aos idealizadores, coordenadores, co-autores e apoiadores culturais que têm realizado esse belo projeto que objetiva reunir autores já conhecidos e novos autores, através da Antologia Delicatta, que já é destaque no contexto cultural, reunindo diversos poetas e escritores.
A diretora culural e curadora dos Grupos Artforum Brasil Unifuturo participa. pela terceira vez, do Projeto Antologia Delicatta, com doi importantes pormas que serão divulgados, através de diversas mídias, pelo valor humanista que possuem.
Os Grupos Artforum Brasil UNIFUTURO se congratulam com os idealizadores, coordenadores e autores!
Na Gênesis da Grande Existência, Mães são Luzes e Arte da Vida!
Dizem os sábios do reino de Millennia, que no espaço da Grande Criação, Deus soprou ao infinito do Universo e criou grandiosas constelações de luzes, em todas as mais variadas formas, dimensões e grandezas. E a luz dessas infinitas formas cósmicas acendeu a escuridão do espaço, depois da grande explosão do Big Bang.
Foto da NASA, Galáxia...
E após a explosão, o Universo ficou iluminado por milhares de Luzes das mais fantásticas cores, matizes e formas de todas as dimensões, que fizeram no espaço cósmico a mais bela, grandiosa e permanente exposição de Arte Universal. E essas formas interdimensionais de luzes acenderam o Universo, e por ordem do Grande Senhor do Infinito, elas receberam a missão de gerarem e serem mães das estrelas.
A partir de então nasceram as mais belas estrelas, e Deus pintou a vida nos átomos de seus centros de luz, e elas formaram os núcleos das células da Vida, no Centro do Universo, numa grandiosa parceria com o Criador.
Foto da NASA
Então, a Vida Maior recebeu das Mãos do Deus das Divinas Delicadezas a missão de dar luz a milhares de outras estrelas, até que chegasse o tempo das mais velhas se transformarem em pó de estrelas e serem levadas, pelas brisas celestiais, a todas as direções do infinito, para anunciarem a Vida nos planetas, sóis e luas.
Assim, uma imensa constelação de pó de estrelas desceu da Via Láctea e fecundou a Terra, e deu Luz à Grande Vida Inicial. E Deus nomeou a Vida na Terra de "Mãe das estrelas novas, dos seres de todos os gêneros, formas e reinos". E surgiram as estrelas-mães dos homens e mulheres, e dos seus descendentes que estarão no amanhã de nós.
As estrelas-Mães ensinaram às estrelas-filhas, que elas seriam as mais belas e legítimas representantes da pura Arte da Vida, através da maternidade humana, e estas estrelas seriam as futuras Mães da Terra e da memória da Vida da nossa Humanidade. E assim, as estrelas jamais se apagarão no céu! Continuarão vivas e iluminando o caminho dos filhos da Terra, e da todas as vidas da natureza do planeta!
Mães são Estrelas-Guias em nosso mundo real e serão belas, para sempre!
I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA 1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade. a. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente do uso humano. b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade. 2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor. a. Aceitar que com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger o direito das pessoas. b. Afirmar que, o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder comporta responsabilidade na promoção do bem comum. 3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas. a. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e dar a cada a oportunidade de realizar seu pleno potencial. b. Promover a justiça econômica propiciando a todos a consecução de uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável. 4. Garantir a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações. a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras. b. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem, a longo termo, a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra. Para poder cumprir estes quatro extensos compromissos, é necessário:
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA 5. Proteger e restaurar a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica e pelos processos naturais que sustentam a vida. a. Adotar planos e regulações de desenvolvimento sustentável em todos os níveis que façam com que a conservação ambiental e a reabilitação sejam parte integral de todas as iniciativas de desenvolvimento. b. Estabelecer e proteger as reservas com uma natureza viável e da biosfera, incluindo terras selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar nossa herança natural. c. Promover a recuperação de espécies e ecossistemas em perigo. d. Controlar e erradicar organismos não-nativos ou modificados geneticamente que causem dano às espécies nativas, ao meio ambiente, e prevenir a introdução desses organismos daninhos. e. Manejar o uso de recursos renováveis como a água, solo, produtos florestais e a vida marinha com maneiras que não excedam as taxas de regeneração e que protejam a sanidade dos ecossistemas. f. Manejar a extração e uso de recursos não renováveis como minerais e combustíveis fósseis de forma que diminua a exaustão e não cause sério dano ambiental. 6. Prevenir o dano ao ambiente como o melhor método de proteção ambiental e quando o conhecimento for limitado, tomar o caminho da prudência. a. Orientar ações para evitar a possibilidade de sérios ou irreversíveis danos ambientais mesmo quando a informação científica seja incompleta ou não conclusiva. b. Impor o ônus da prova àqueles que afirmam que a atividade proposta não causará dano significativo e fazer com que os grupos sejam responsabilizados pelo dano ambiental. c. Garantir que a decisão a ser tomada se oriente pelas conseqüências humanas globais, cumulativas, de longo termo, indiretas e de longa distância. d. Impedir a poluição de qualquer parte do meio ambiente e não permitir o aumento de substâncias radioativas, tóxicas ou outras substâncias perigosas. e. Evitar que atividades militares causem dano ao meio ambiente. 7. Adotar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário. a. Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos. b. Atuar com restrição e eficiência no uso de energia e recorrer cada vez mais aos recursos energéticos renováveis como a energia solar e do vento. c. Promover o desenvolvimento, a adoção e a transferência eqüitativa de tecnologias ambientais saudáveis. d. Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda e habilitar aos consumidores identificar produtos que satisfaçam as mais altas normas sociais e ambientais. e. Garantir acesso universal ao cuidado da saúde que fomente a saúde reprodutiva e a reprodução responsável. f. Adotar estilos de vida que acentuem a qualidade de vida e o suficiente material num mundo finito. 8. Avançar o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a troca aberta e uma ampla aplicação do conhecimento adquirido. a. Apoiar a cooperação científica e técnica internacional relacionada à sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento. b. Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual em todas as culturas que contribuem para a proteção ambiental e o bem-estar humano. c. Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a proteção ambiental, incluindo informação genética, estejam disponíveis ao domínio público.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA 9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social, econômico e ambiental. a. Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, distribuindo os recursos nacionais e internacionais requeridos. b. Prover cada ser humano de educação e recursos para assegurar uma subsistência sustentável, e dar seguro social [médico] e segurança coletiva a todos aqueles que não são capazes de manter-se a si mesmos. c. Reconhecer ao ignorado, proteger o vulnerável, servir àqueles que sofrem, e permitir-lhes desenvolver suas capacidades e alcançar suas aspirações. 10. Garantir que as atividades econômicas e instituições em todos os níveis promovam o desenvolvimento humano de forma eqüitativa e sustentável. a. Promover a distribuição eqüitativa da riqueza dentro e entre nações. b. Incrementar os recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento e aliviar as dívidas internacionais onerosas. c. Garantir que todas as transações comerciais apóiem o uso de recursos sustentáveis, a proteção ambiental e normas laborais progressistas. d. Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais atuem com transparência em benefício do bem comum e responsabilizá-las pelas conseqüências de suas atividades. 11. Afirmar a igualdade e a eqüidade de gênero como pré-requisitos para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, ao cuidado da saúde e às oportunidades econômicas. a. Assegurar os direitos humanos das mulheres e das meninas e acabar com toda violência contra elas. b. Promover a participação ativa das mulheres em todos os aspectos da vida econômica, política, civil, social e cultural como parceiros plenos e paritários, tomadores de decisão, líderes e beneficiários. c. Fortalecer as famílias e garantir a segurança e a criação amorosa de todos os membros da família. 12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social, capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar espiritual, dando especial atenção aos direitos dos povos indígenas e minorias. a. Eliminar a discriminação em todas suas formas, como as baseadas na raça, cor, gênero, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social. b. Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, conhecimentos, terras e recursos, assim como às suas práticas relacionadas a formas sustentáveis de vida. c. Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os para cumprir seu papel essencial na criação de sociedades sustentáveis. d. Proteger e restaurar lugares notáveis, de significado cultural e espiritual.
IV. DEMOCRACIA, NÃO VIOLÊNCIA E PAZ 13. Fortalecer as instituições democráticas em todos os níveis e proporcionar-lhes transparência e prestação de contas no exercício do governo, a participação inclusiva na tomada de decisões e no acesso à justiça. a. Defender o direito a todas as pessoas de receber informação clara e oportuna sobre assuntos ambientais e todos os planos de desenvolvimento e atividades que poderiam afetá-las ou nos quais tivessem interesse. b. Apoiar sociedades locais, regionais e globais e promover a participação significativa de todos os indivíduos e organizações na toma de decisões. c. Proteger os direitos à liberdade de opinião, de expressão, de assembléia pacífica, de associação e de oposição [ou discordância]. d. Instituir o acesso efetivo e eficiente a procedimentos administrativos e judiciais independentes, incluindo mediação e retificação dos danos ambientais e da ameaça de tais danos. e. Eliminar a corrupção em todas as instituições públicas e privadas. f. Fortalecer as comunidades locais, habilitando-as a cuidar dos seus próprios ambientes e designar responsabilidades ambientais a nível governamental onde possam ser cumpridas mais efetivamente. 14. Integrar na educação formal e aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e habilidades necessárias para um modo de vida sustentável. a. Oferecer a todos, especialmente a crianças e a jovens, oportunidades educativas que possibilite contribuir ativamente para o desenvolvimento sustentável. b. Promover a contribuição das artes e humanidades assim como das ciências na educação sustentável. c. Intensificar o papel dos meios de comunicação de massas no sentido de aumentar a conscientização dos desafios ecológicos e sociais. d. Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma subsistência sustentável. 15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração. a. Impedir crueldades aos animais mantidos em sociedades humanas e diminuir seus sofrimentos. b. Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca que causem sofrimento externo, prolongado o evitável. 16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz. a. Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, dentro das e entre as nações. b. Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos violentos e usar a colaboração na resolução de problemas para manejar e resolver conflitos ambientais e outras disputas. c. Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até chegar ao nível de uma postura não-provocativa da defesa e converter os recursos militares em propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica. d. Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em massa. e. Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico mantenha a proteção ambiental e a paz. f. Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações corretas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a totalidade maior da qual somos parte.
O CAMINHO ADIANTE Como nunca antes na história, o destino comum nos conclama a buscar um novo começo. Tal renovação é a promessa dos princípios da Carta da Terra. Para cumprir esta promessa, temos que nos comprometer a adotar e promover os valores e objetivos da Carta. Isto requer uma mudança na mente e no coração. Requer um novo sentido de interdependência global e de responsabilidade universal. Devemos desenvolver e aplicar com imaginação a visão de um modo de vida sustentável aos níveis local, nacional, regional e global. Nossa diversidade cultural é uma herança preciosa, e diferentes culturas encontrarão suas próprias e distintas formas de realizar esta visão. Devemos aprofundar e expandir o diálogo global gerado pela Carta da Terra, porque temos muito que aprender a partir da busca iminente e conjunta por verdade e sabedoria.
A vida muitas vezes envolve tensões entre valores importantes. Isto pode significar escolhas difíceis. Porém, necessitamos encontrar caminhos para harmonizar a diversidade com a unidade, o exercício da liberdade com o bem comum, objetivos de curto prazo com metas de longo prazo. Todo indivíduo, família, organização e comunidade têm um papel vital a desempenhar. As artes, as ciências, as religiões, as instituições educativas, os meios de comunicação, as empresas, as organizações não-governamentais e os governos são todos chamados a oferecer uma liderança criativa. A parceria entre governo, sociedade civil e empresas é essencial para uma governabilidade efetiva. Para construir uma comunidade global sustentável, as nações do mundo devem renovar seu compromisso com as Nações Unidas, cumprir com suas obrigações respeitando os acordos internacionais existentes e apoiar a implementação dos princípios da Carta da Terra com um instrumento internacional legalmente unificador quanto ao ambiente e ao desenvolvimento. Que o nosso tempo seja lembrado pelo despertar de uma nova reverência face à vida, pelo compromisso firme de alcançar a sustentabilidade, a intensificação da luta pela justiça e pela paz, e a alegre celebração da vida.
PREÂMBULO Estamos diante de um momento crítico na história da Terra, numa época em que a humanidade deve escolher o seu futuro. À medida que o mundo torna-se cada vez mais interdependente e frágil, o futuro enfrenta, ao mesmo tempo, grandes perigos e grandes promessas. Para seguir adiante, devemos reconhecer que no meio da uma magnífica diversidade de culturas e formas de vida, somos uma família humana e uma comunidade terrestre com um destino comum. Devemos somar forças para gerar uma sociedade sustentável global baseada no respeito pela natureza, nos direitos humanos universais, na justiça econômica e numa cultura da paz. Para chegar a este propósito, é imperativo que, nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações.
Terra, Nosso Lar A humanidade é parte de um vasto universo em evolução. A Terra, nosso lar, está viva com uma comunidade de vida única. As forças da natureza fazem da existência uma aventura exigente e incerta, mas a Terra providenciou as condições essenciais para a evolução da vida. A capacidade de recuperação da comunidade da vida e o bem-estar da humanidade dependem da preservação de uma biosfera saudável com todos seus sistemas ecológicos, uma rica variedade de plantas e animais, solos férteis, águas puras e ar limpo. O meio ambiente global com seus recursos finitos é uma preocupação comum de todas as pessoas. A proteção da vitalidade, diversidade e beleza da Terra é um dever sagrado.
A Situação Global Os padrões dominantes de produção e consumo estão causando devastação ambiental, redução dos recursos e uma massiva extinção de espécies. Comunidades estão sendo arruinadas. Os benefícios do desenvolvimento não estão sendo divididos eqüitativamente e o fosso entre ricos e pobres está aumentando. A injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violentos têm aumentado e é causa de grande sofrimento. O crescimento sem precedentes da população humana tem sobrecarregado os sistemas ecológico e social. As bases da segurança global estão ameaçadas. Essas tendências são perigosas, mas não inevitáveis.
Desafios Para o Futuro A escolha é nossa: formar uma aliança global para cuidar da Terra e uns dos outros, ou arriscar a nossa destruição e a da diversidade da vida. São necessárias mudanças fundamentais dos nossos valores, instituições e modos de vida. Devemos entender que quando as necessidades básicas forem atingidas, o desenvolvimento humano é primariamente ser mais, não, ter mais. Temos o conhecimento e a tecnologia necessários para abastecer a todos e reduzir nossos impactos ao meio ambiente. O surgimento de uma sociedade civil global está criando novas oportunidades para construir um mundo democrático e humano. Nossos desafios, ambientais, econômicos, políticos, sociais e espirituais estão interligados, e juntos podemos forjar soluções includentes.
Responsabilidade Universal Para realizar estas aspirações devemos decidir viver com um sentido de responsabilidade universal, identificando-nos com toda a comunidade terrestre bem como com nossa comunidade local. Somos ao mesmo tempo cidadãos de nações diferentes e de um mundo no qual, as dimensões locais e globais estão ligadas. Cada um comparte responsabilidade pelo presente e pelo futuro, pelo bem estar da família humana e do grande mundo dos seres vivos. O espírito de solidariedade humana e de parentesco com toda a vida é fortalecido quando vivemos com reverência o mistério da existência, com gratidão pelo presente da vida, e com humildade considerando o lugar que ocupa o ser humano na natureza.
Necessitamos com urgência de uma visão de valores básicos para proporcionar um fundamento ético à emergente comunidade mundial. Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, todos interdependentes, visando um modo de vida sustentável como critério comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas de negócios, governos, e instituições transnacionais será guiada e avaliada.
PRINCÍPIOS
I. RESPEITAR E CUIDAR DA COMUNIDADE DE VIDA 1. Respeitar a Terra e a vida em toda sua diversidade. a. Reconhecer que todos os seres são interligados e cada forma de vida tem valor, independentemente do uso humano. b. Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade. 2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor. a. Aceitar que com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais vem o dever de impedir o dano causado ao meio ambiente e de proteger o direito das pessoas. b. Afirmar que, o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder comporta responsabilidade na promoção do bem comum. 3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas. a. Assegurar que as comunidades em todos níveis garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais e dar a cada a oportunidade de realizar seu pleno potencial. b. Promover a justiça econômica propiciando a todos a consecução de uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável. 4. Garantir a generosidade e a beleza da Terra para as atuais e as futuras gerações. a. Reconhecer que a liberdade de ação de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras. b. Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apóiem, a longo termo, a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.